Em números absolutos, Brasil ultrapassa EUA e é o país com mais mortes por gripe suína

O Ministério da Saúde confirmou nesta quarta-feira (26) que 557 pessoas morreram no Brasil até o dia 22 de agosto vítimas do vírus da gripe suína (H1N1). Com a confirmação de novas mortes, o Brasil ultrapassou os Estados Unidos e se tornou o país com mais óbitos causados pela doença no mundo.

Entretanto, se for levado em consideração a taxa de mortalidade - relação entre óbitos e número de habitantes na população - o Brasil aparece em sétimo lugar, atrás de Argentina, Chile, Costa Rica, Uruguai, Austrália e Paraguai.

Em relação aos números absolutos de mortos, Brasil é seguido por Estados Unidos (522 óbitos), Argentina (439) e México (179). Deve-se ressaltar que os países adotam periodicidades diferentes para atualização do número de mortes. Os últimos dados dos Estados Unidos, por exemplo, referem-se a 15 de agosto.

Até 22 de agosto, segundo o ministério, foram notificados 30.854 casos de síndrome respiratória aguda grave, dos quais 5.206 eram de gripe suína.

Grávidas

Segundo o Ministério da Saúde, 1.980 mulheres em idade fértil (entre 15 e 49 anos) contraíram a gripe suína, das quais 480 eram gestantes. No total, 58 grávidas morreram pela doença.

O governo federal enviou nesta quarta-feira ao Congresso Nacional uma medida provisória para liberar R$ 2,1 bilhões para o enfrentamento da gripe suína. Os recursos serão utilizados na compra de 73 milhões de doses da vacina e de 11,2 milhões de tratamentos.

Parte do montante será usada na aquisição de equipamentos para hospitalização e material de diagnóstico, no aumento do número de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), na capacitação dos profissionais e para a ampliação dos turnos nas unidades de saúde.

Fonte(s) / Foto(s): UOL Notícias

Criatura estranha intriga funcionários de lago na Flórida

Uma criatura estranha que foi vista em um lago em West Palm Beach, no estado da Flórida (EUA), tem intrigado os guardas do local. Eles acreditam que há algo escondido nas águas do lago, segundo reportagem da emissora "WPTV".

Greg Reynolds contou que foi primeira vez que viu a criatura desconhecida. "Eu gritei alto e disse: 'O que é isso'? Nós o seguimos e começamos filmar", afirmou Reynolds, que estava acompanhado do colega Don Serrano.

Quando eles se aproximaram da criatura, ela mergulhou. "Eu não tenho nenhuma ideia, mas que era alguma coisa isso é certo", disse Serrano. Enquanto não sabem o que é, eles batizaram a criatura de "monstro de lama".

Fonte(s) / Foto(s): G1 - Planeta Bizarro

Pesquisadores encontram vírus da gripe entre pinguins na Antártida

O pobre pinguim é cuidadosamente agarrado. Depois, tem um cotonete enfiado em sua traqueia e outro na cloaca pelo pesquisador insensível em busca de material de trabalho. Mas pior que o método é o diagnóstico: em plena Antártida, o pinguim está com o vírus da gripe.

"Temos a primeira evidência de que o influenza está circulando entre pinguins na Antártida", diz Edison Durigon, da Universidade de São Paulo. Um dos principais virologistas do país, Durigon coordena um grupo de caçadores de vírus perigosos que monitora aves e mamíferos desde a Amazônia até as ilhas subpolares.

Seus novos dados, ainda não apresentados à comunidade científica, indicam que a presença do influenza nesta região é alta. "Entre 8% e 10%", em uma população investigada de cem bichos, diz o cientista. Normalmente, em outras comunidades de aves já analisadas longe do continente gelado, a ocorrência do mesmo vírus costuma girar ao redor de 1%.

Em tese, pinguins com o vírus da gripe na Antártida não deveriam ser motivo de preocupação, ainda mais quando o Brasil está no meio de uma pandemia de influenza H1N1 que já matou mais de 400 seres humanos. Essas aves, afinal, estão confinadas ao oceano Austral --diferentemente dos pinguins do litoral argentino, que migram para o Brasil todo ano e que também tiveram diagnóstico positivo para o vírus.

Para completar, nenhum dos pinguins antárticos "gripados" estudados pelo grupo da USP teve sintomas da doença.

O problema é que a população humana na Antártida só aumenta, tanto por causa dos cientistas quanto devido ao crescimento do turismo na região. Só no verão de 2008/ 2009, quase 40 mil turistas visitaram o continente, segundo dados da Iaato (Associação Internacional de Operadores de Turismo na Antártida).

Isso, somado ao fato de que diferentes linhagens de influenza gostam de trocar genes entre elas --o que às vezes produz vírus mais agressivos--, monta um cenário potencialmente maléfico, possivelmente transformando a Antártida em um ninho de vírus e em mais uma região a merecer atenção redobrada das redes internacionais de monitoramento do vírus influenza.

Quem passou para quem?

Os dados que emergem agora do estudo dos pinguins de Adélia, de papua e de barbicha, espécies mais comuns no litoral da península Antártica --onde os brasileiros fazem pesquisas--, criam interrogações na cabeça dos virologistas.

A primeira pergunta é de onde os vírus vieram. Segundo Jansen Araujo, pesquisador do grupo de Durigon, os estudos feitos até agora não permitem afirmar com certeza quem está passando o vírus para quem, nem que tipo de influenza está em circulação (se os sazonais humanos ou o H5N1 aviário).

Nas enseadas, os pinguins vivem ao lado de aves migratórias como as skuas e os petréis-gigantes --e as análises das fezes deles também deram positivo para o influenza--, além de mamíferos, como elefantes marinhos e lobos marinhos.

A questão a ser respondida a partir de agora é complexa.

São as aves marinhas --os petréis-gigantes, por exemplo, migram por milhares de quilômetros em um ano-- que levam os vírus de outras partes do mundo para a Antártida e, consequentemente, transmitem-nos aos pinguins? Ou são os turistas e cientistas?

Qualquer que seja o caso, dizem os pesquisadores, uma luz amarela se acende. Como os seres humanos, os pinguins vivem em aglomerações: seus ninhos costumam ter dezenas de milhares de aves, terreno fértil para a propagação de vírus.

"Temos de lembrar que lá é sempre frio, o que ajuda a sobrevivência do vírus", diz Durigon. O contato muito próximo entre aves e mamíferos pode ajudar na gestação de um vírus realmente perigoso no futuro.

Na gripe espanhola, por exemplo, em 1918, estima-se que 50 milhões de pessoas tenham morrido por causa de um vírus H1N1 que saiu das aves para o homem. O problema naquela época, é que o micro-organismo passou a ser transmitido direto entre os humanos, o que ainda não ocorreu, por exemplo, na gripe aviária.

Fonte(s): Folha Online / Foto(s): Rumo Antarctida

Incêndio se espalha perto de Atenas e milhares fogem

Fortes ventos neste domingo espalharam um imenso incêndio que se alastrou por casas e de acres de floresta perto de Atenas, forçando milhares de moradores a fugir, informaram autoridades.

Uma espessa coluna de fumaça ficou suspensa em cima da Acropolis enquanto as chamas, que seguem sem ser controladas pelo segundo dia, chegaram aos subúrbios ao norte da capital, testando os recursos do Estado e o governo conservador, que enfrentará em março uma eleição antecipada.

"Os ventos estão mais fortes e mudam de direção todo o tempo, espalhando o fogo ainda mais", disse o porta-voz da brigada de incêndio Giannis Kapakis.

Autoridades locais usaram alto-falantes para aconselhar moradores de Aghios Stefano para deixar o subúrbio que abriga 20 mil pessoas, enquanto as chamas queimavam as primeiras casas. Muitos abandonaram suas residências durante a noite e alguns estão freneticamente tentando impedir as chamas de chegar a suas casas com mangueiras de jardim e galhos de árvores.

"Nós estamos enfrentando uma experiência difícil", disse o primeiro ministro Costas Karamanli. "O departamento de incêndio está fazendo um esforço sobre-humano."

O controle do incêndio --o maior desde o pior incêndio registrado na história da Grécia em 2007, quando 65 pessoas morreram ao longo de 10 dias-- será crucial para o destino político do governo, já que as eleições antecipadas se aproximam.

A ajuda dos aliados europeus da Grécia já começou a chegar. Duas aeronaves italianas se juntaram aos esforços para combater o incêndio e outras são esperadas da França e de Chipre neste domingo, afirmaram oficiais.

"A situação está extremamente difícil devido às condições do clima", disse o ministro do Interior Prokopis Pavlopoulos a repórteres.

Fonte(s): Reuters Brasil / Foto(s): Reuters Brasil, G1 - Globo

Tufão deixa mais de 600 mortos ou desaparecidos em Taiwan

Militares começavam a resgatar corpos soterrados nesta sexta-feira em Taiwan, depois que um dos piores tufões já registrados na ilha deixou mais de 600 pessoas mortas ou desaparecidas.

O centro de desastres de Taiwan registrou 153 mortes pela passagem do tufão Morakot. Também há 464 pessoas desaparecidas, possivelmente enterradas em deslizamentos de terras que varreram partes de aldeias no sul da ilha.

A mídia local informou que Taiwan prepara uma reforma no gabinete em meio às críticas sobre a resposta do governo às piores enchentes em 50 anos, provocadas por uma chuva recorde no país entre 7 e 9 de agosto trazida pelo tufão.

O presidente Ma Ying-jeou, cuja popularidade caiu com a percepção geral da demora em responder à tragédia, recebeu a promessa do Exército para começar a retirar os corpos atrás de sobreviventes, informou seu porta-voz.

"Ele sabe que é difícil, mas ele espera que isso possa ser feito", informou o porta-voz Tony Wang enquanto Ma visitava as aldeias onde moradores buscavam familiares soterrados. "O Exército fará o possível."

Hsinkai, uma aldeia onde 32 podem estar soterrados, será vasculhada em uma semana, informou o general do Exército Hu Jui-cho.

Mas sobreviventes da aldeia mais atingida Hsiao Lin, onde centenas podem estar soterrados, ainda não decidiu se eles querem que o Exército realiza operações para desenterrar os corpos, disse Wang.

Fonte(s): Reuters Brasil / Foto(s): Times Online

Furacão Bill pode recuperar força; Bermuda se prepara

O furacão Bill se tornou menos organizado nesta sexta-feira enquanto mantém uma trajetória que o levaria a passar entre as Ilhas Bermudas e a costa leste dos Estados Unidos, informou o Centro Nacional de Furacões (CNH) dos Estados Unidos.

O Bill, um furacão de categoria 3 na escala Saffir-Simpson de 1 a 5, com ventos sustentados de 193 quilômetros por hora, ainda tem potencial para ganhar força, acrescentou o CNH.

Bill chegou a atingir a categoria 4, depois voltou à 3, mas recobrou forças ao passar sobre águas mais quentes, segundo o Centro Nacional de Furacões (CNF) dos EUA.

Um aviso de tempestade tropical e um alerta de furacão foram ativados nas Bermudas.

Às 18h de ontem (hora de Brasília), seu olho estava cerca de 960 quilômetros ao sul de Bermuda e 1.735 quilômetros a sudeste de Cape Hatteras, na Carolina do Norte. Hoje às 6h de Brasília, o CNH informou que o centro do furacão estava a cerca de 600 quilômetros ao sul das Bermudas. As imagens de satélite mostraram que o fenômeno climático se tornou menos organizado nas últimas horas.

Segundo prognósticos, o furacão passará no sábado entre a costa leste norte-americana e as Bermudas.

Produtores de petróleo da costa leste canadense também acompanham com apreensão a rota do furacão. Ele deve atingir as províncias de Nova Escócia e Terra Nova no domingo e segunda-feira.

Não há riscos de que o furacão atinja as instalações petrolíferas dos EUA, bem mais ao sul.

Jornais de Bermudas disseram que a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, e seu marido, o ex-presidente Bill Clinton, descansavam desde quarta-feira numa praia particular da ilha, mas deveriam ir embora na quinta. O Departamento de Estado não quis confirmar onde o casal Clinton está.

O CNF disse que o furacão Bill provoca forte ondulação no norte das ilhas Sotavento (Caribe), em Porto Rico e na ilha Hispaniola (onde ficam Haiti e República Dominicana).

Nos próximos dias, essas ondas devem afetar Bahamas, Bermuda, e a maior parte da Costa Leste de EUA e Canadá.

Na manhã de sábado o furacão Bill deve ter sua aproximação máxima de Bermuda, passando cerca de 370 quilômetros a oeste. A população da ilha está armazenando mantimentos, e algumas lojas dizem que já não há mais água mineral e lanternas.

Fonte(s): Reteurs Brasil (1), Reteurs Brasil (2) / Foto(s): Reteurs Brasil (1)

OMS diz que pior não passou e alerta para nova onda de gripe suína

A diretora da OMS (Organização Mundial da Saúde), Margaret Chan, pediu nesta sexta-feira à comunidade internacional que se prepare para uma provável segunda onda da gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1). Chan destacou ainda que os governos devem se preparar para o fornecimento de vacinas.

"Não podemos dizer que o pior já passou ou está a ponto de passar", declarou Chan, em uma mensagem de vídeo gravada e exibida na abertura de um congresso em Pequim sobre a gripe na região Ásia Pacífico.

"Devemos nos preparar para qualquer surpresa que nos reserve este novo vírus caprichoso (...) uma mutação constante e imprevisível é o mecanismo de sobrevivência do mundo microbiano", completou.

"Também devemos nos preparar para uma segunda, e inclusive uma terceira, onda como aconteceu em pandemias anteriores".

A diretora da OMS afirmou que é preciso enfrentar sem rodeios o fornecimento de vacinas. Mais de 20 empresas farmacêuticas no mundo inteiro se preparam para produzir vacinas seguras e eficazes, mas muitos criticam o adiantamento dos testes para que a vacinação possa começar antes do inverno no hemisfério norte.

"Precisamos obter opiniões sobre grupos prioritários para uma proteção inicial", disse. "É uma das decisões mais difíceis que os governos terão que tomar, sobretudo porque o fornecimento será extremamente limitado durante vários meses".

O vírus A (H1N1) da gripe suína já matou 1.799 pessoas em todo o mundo, a maioria no continente americano, segundo os dados mais recentes da OMS.

A organização declarou a primeira pandemia de gripe do século 21 no dia 11 de junho. O alerta, contudo, diz respeito à velocidade de propagação da doença e não à sua letalidade. No total, 170 países confirmaram casos.

Fonte(s): Folha Online / Foto(s): Blog Ética nos Negócios

Chile detecta gripe H1N1 em granjas de perus

O Serviço Agrícola e Pecuário do Chile (SAG, na sigla em espanhol) detectou a presença do vírus H1N1, da gripe suína, em perus de duas granjas da região de Valparaíso.

Segundo o governo chileno, a descoberta será comunicada à Organização Mundial de Saúde Animal.

Em uma nota publicada no site do governo na internet, as autoridades afirmam que foram adotadas as medidas de precaução destinadas a evitar a transmissão da doença e garantir a saúde da população.

O governo chileno informou que fazendas perto da cidade portuária de Valparaíso foram colocadas em quarentena no dia 13 de agosto como precaução após produtores de peru terem informado anomalias na produção de ovos.

Na quarta-feira, no entanto, o governo descartou que as aves estariam contaminadas com o vírus H5N1, comum aos animais. Na quinta-feira, as autoridades identificaram que o vírus que teria infectado os perus seria o H1N1, da gripe suína.

As autoridades não disseram quantos animais foram infectados, mas afirmaram que não há evidências de que o vírus tenha se espalhado para outras partes do país.

Apesar disso, o SAG afirmou que as pessoas podem "consumir com absoluta confiança e tranquilidade" os produtos derivados da carne de peru.

"A aplicação dos protocolos e das medidas de prevenção e controle, de acordo com as recomendações das agências internacionais, permitem garantir que a carne de peru e os produtos derivados comercializados no mercado interno e internacional são totalmente aptos para consumo", diz a nota emitida pelo governo.

A Organização Mundial da Saúde declarou em junho uma pandemia da gripe H1N1, conhecida como gripe suína, e o vírus agora já afeta mais de 180 países, causando no mínimo 1462 mortes confirmadas em laboratório. A OMS disse que a pandemia é incontrolável.

O vírus H1N1 foi encontrado pela primeira vez em março, no México e na Califórnia. Especialistas afirmam que ao menos 1 milhão de pessoas foram infectadas pela doença somente nos Estados Unidos.

Testes genéticos mostraram que o vírus aparentemente surgiu nos porcos, mas agora a transmissão acontece diretamente entre os humanos.

No Chile, o vírus H1N1 matou 128 pessoas e infectou 12.175 durante o inverno.

Fonte(s): Reuters Brasil, Folha Online / Foto(s): Verde Vidanimal

Inundações deixam 7 mortos e 300 mil desabrigados na Índia

Pelo menos sete pessoas, entre elas três crianças, morreram e mais de 300 mil estão desabrigadas devido às inundações causadas pelas fortes chuvas e a abertura de represas no estado indiano de Uttar Pradesh, informaram hoje fontes oficiais.

Quatro pessoas morreram no distrito de Bahraich nos últimos dois dias, onde cerca de 300 mil moradores de 185 municípios foram atingidos, disse à agência "Ians" o responsável do distrito Subash Sharma.

No distrito de Lakhumpur Kheri, três crianças morreram e 200 municípios foram atingidos pelas inundações.

As autoridades locais iniciaram a evacuação nas localidades mais afetadas e estão acontecendo operações de ajuda e resgate.

Além disso, o aumento do nível dos rios e a abertura de represas em vários açudes próximos à fronteira com o Nepal causou inundações em outros cinco distritos de Uttar Pradesh.


Segundo fontes oficiais, os rios Rapti e Saryu estão acima do nível de alerta no trecho que passa pelo distrito de Shrawasti.

Com a chegada da monção, um fenômeno meteorológico que castiga a Índia de junho a setembro, ocorrem grandes inundações nos estados com menos infraestrutura do país, nos quais morrem centenas de pessoas a cada ano.

As regiões mais atingidas costumam ser as empobrecidas Uttar Pradesh e Bihar, mas, este ano, as chuvas estão sendo menos intensas e em muitas áreas da Índia há secas e cortes de abastecimento.

Fonte(s): UOL Notícias / Foto(s): UOL Notícias

Veja o mapa da gripe suína no Brasil


A Secretaria da Saúde de Minas confirmou mais uma morte por gripe suína --gripe A (H1N1)--, elevando para oito o número de óbitos no Estado e para 406 no país. A Secretaria de Saúde do Amazonas também confirmou nesta quinta-feira a primeira morte por gripe suína no Estado.

Na quarta, o Estado do Paraná confirmou mais 12 mortes em decorrência da gripe suína, elevando para 119 o total de óbitos no Estado. O balanço da secretaria da Saúde também aponta 1.851 casos confirmados da doença.

São Paulo é o Estado com o maior número de mortes no país em decorrência da gripe A (H1N1), com 134 óbitos confirmados. O Paraná é o segundo em número de vítimas (119), seguido pelo Rio Grande do Sul (84), Rio (39), Santa Catarina (10), Minas (7), Paraíba (2), Bahia (1), Rondônia (1) e Amazonas (1), além do Distrito Federal (1).

Fonte(s) / Foto(s): Folha Online

Cidade de Irani (SC) decreta situação de emergência após chuva de granizo

A prefeitura de Irani (SC) decretou situação de emergência na tarde de quarta-feira (19) após ser atingida por uma forte chuva de granizo que danificou 70 casas e outros 70 prédios comerciais, na última terça-feira (18).

Segundo informações da Defesa Civil estadual, a cidade registrou 40 pessoas desabrigadas --dependem de abrigos público-- e 90 desalojadas --estão em casas de amigos e parentes-- em decorrência das chuvas. Também foram registrados danos em 90% dos estábulos e aviários da região rural do município, segundo Antônio Milan, presidente da comissão da Defesa Civil da cidade.

Entre os bairros mais atingidos estão São Vicente, Lageado Carneiro e Linha Guarani. Milan ainda afirmou que houve registro de alagamentos no centro da cidade.

A Defesa Civil divulgou um alerta para temporais isolados, com pancadas de chuvas, granizo e ventos fortes nesta quinta-feira. Segundo a Epagri/Ciram, ventos mais intensos estão previstos para o planalto e litoral do Estado entre a noite de quinta e a sexta-feira (21), com rajadas de 60 a 80 km/h.

Fonte(s): Folha Online / Foto(s): Folha Online, UOL Notícias

A Índia enfrenta uma seca histórica

O primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh, convocou na segunda-feira (17) os chefes de governo regionais para uma reunião emergencial sobre a seca que atinge o país. O departamento meteorológico indiano indicou, em 13 de agosto, que as precipitações estavam 29% abaixo da média. Dos 626 distritos da Índia, 177 foram atingidos por uma seca, que poderá ser a maior dos 20 últimos anos caso as precipitações não aumentem nas próximas semanas. O país recebe 90% de suas chuvas durante as monções, que se estendem de junho a setembro.

A rede de televisão CNN-IBN relata que, no Estado de Bihar, camponeses armados de fuzis protegem suas fontes de irrigação e vigiam os canais para impedir que seus cursos não sejam desviados para outras plantações. No distrito de Bundelkhand, um dos mais pobres do país, situado em Uttar Pradesh, famílias inteiras de camponeses começaram a deixar suas terras com destino a Nova Déli.

Com canais quase secos, os agricultores recorrem em massa às águas dos lençóis freáticos. Mas o uso das bombas de água, reservado aos mais ricos, se revela caro demais em alguns casos, a venda de magras colheitas não permite cobrir os gastos com querosene ou diesel. O ministro indiano da Agricultura, Sharad Pawar, deu a entender que o governo subsidiaria as tarifas dos combustíveis, para "salvar as plantações existentes".

Nove Estados foram afetados pela seca. Bihar, entre os mais atingidos, pediu um auxílio de 3,3 bilhões de euros (R$ 8,6 bilhões) para enfrentar a situação. Foi constituído um comitê nacional de gestão de crise, dirigido pelo ministro da Economia Pranab Mukherjee e composto por dez de seus colegas.

O primeiro-ministro prometeu conceder um prazo extra aos agricultores, que devem pagar empréstimos contraídos junto a estabelecimentos públicos e parte dos juros de suas dívidas. Mas ainda são muitos os camponeses que fazem empréstimos junto a agiotas inescrupulosos e a falta de colheita pode levar a tragédias. Vários casos de suicídios de camponeses arruinados e endividados já foram registrados em Andhra Pradesh, no sul do país, desde o início da seca.

Ainda que as medidas de emergência sejam necessárias, inúmeros analistas pedem pela implantação de reformas estruturais. Pois os agricultores só se beneficiarão de parte dos bilhões de rúpias gastas em ajuda a eles. Em um livro de título sugestivo ("Todo mundo gosta de uma boa seca"), publicado em 1996, o jornalista Palagummi Sainath mostrou como os programas de ajuda às vítimas da seca são minados pela corrupção.

"O comitê de Gestão de Crise deve resolver os problemas imediatos, mas também conceber um plano a longo prazo que permita enfrentar os desafios impostos pela seca", explica Monkombu Sambasivan Swaminathan, diretor da Comissão Nacional dos Fazendeiros. Esse engenheiro agrônomo preconiza a cultura de batata-doce ou de variedades de milho que consumam menos água, bem como a construção de bacias em cada vilarejo, para recolher uma água de chuva ainda mais preciosa agora que os lençóis freáticos, superexplorados, estão ameaçados de esgotamento.

A seca aumenta as dificuldades de um setor agrícola já em crise. Seu crescimento - de 4,9% durante o ano fiscal de 2007-2008 - caiu para 1,6% em 2008-2009. Ainda que ele só contribua com 17% para o produto nacional bruto indiano, contra 55% em 1950, esse setor continua a sustentar 60% da população.

O ministro da Agricultura pediu aos Estados que iniciem imediatamente obras de infraestrutura, como a construção de reservas de água ou de redes de irrigação, para dar trabalho aos operários agrícolas. O plano de garantia do emprego rural, financiado pelo governo, garante um mínimo de cem dias de trabalho aos habitantes dos campos.

Com 51 milhões de toneladas de reservas de trigo e de arroz, as autoridades indianas não temem escassez alimentar. O governo considera, entretanto, proibir as exportações de trigo e de arroz que não seja do tipo basmati. O sistema de distribuição pública já oferece artigos alimentícios básicos, a preços reduzidos, para habitantes que vivem abaixo da linha de pobreza. Mas o programa, corroído pela corrupção, não garante uma alimentação suficiente àqueles que mais precisam. Os produtos são revendidos no mercado negro, e centenas de indianos continuam a morrer de fome todos os anos.

A situação poderá se agravar se os preços dos artigos alimentícios continuarem a subir, após um aumento de mais de 10% registrado desde junho de 2008. Os preços da batata, da lentilha e do açúcar chegaram a aumentar mais de 30% desde junho de 2009. "Todos os esforços serão feitos para controlar o aumento dos preços dos cereais, dos legumes e de outros produtos de consumo habitual", garantiu o primeiro-ministro.

Fonte(s) / Foto(s): UOL Notícias

OMS informa 1.799 mortes e mais de 182 mil infectados pela nova gripe no mundo

O número de infectados pelo vírus da gripe A (H1N1) já chega a 182.166 no mundo todo e um total de 1.799 pessoas morreram em decorrência da doença, segundo os últimos dados divulgados nesta quarta-feira (19) pela Organização Mundial da Saúde (OMS, ou WHO, do inglês World Health Organization).

Os números mostram que foram registrados 337 óbitos a mais que na semana anterior, quando a OMS emitiu seu último balanço. Mais uma vez, a OMS lembra que o número de infectados do balanço não representa exatamente a situação real, já que os países não são mais obrigados a comunicar cada caso, dado que a grande maioria é leve e não são realizados testes em laboratórios para confirmar a existência do vírus.

Segundo os dados desta quarta, a região mais afetada é a América, com 105.882 casos e 1.579 mortes. Em seguida vem a Europa com "mais de 32 mil casos" e 53 óbitos, a região do Pacífico Ocidental com 27.111 casos e 50 mortos, o Sudeste Asiático com 13.172 casos e 106 mortes e a África, com 1.469 casos e três vítimas fatais.

Fonte(s): G1 - Globo / Foto(s): World Health Organization

Mortes por nova gripe chegam a 368, diz Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde informou nesta terça-feira (18) que o Brasil tem 368 mortes pela Influenza A. Os números se referem a casos registrados até o dia 15 de agosto. De acordo com o ministério, do total de pessoas que morreram, 185 tinham algum fator de risco, incluindo a gestação, o que representa 50,3%. Além disso, dentre os mortos, 46 eram mulheres grávidas (12,5%).

Os principais fatores de risco para o agravamento da doença, de acordo com o boletim, são problemas metabólicas e respiratórios, cardiopatias crônicas, hipertensão arterial e imunodepressão, além de gestação.

Segundo o ministério, de 25 de abril a 15 de agosto, foram registrados 20, 82 mil casos graves ocasionados por gripe, a maior parte (58%) em mulheres. Entre esses, 83% se desenvolveram a partir do novo vírus. Dentre os pacientes que sofreram complicações, 42,4% possuiam pelo menos um fator de risco.

O ministério informou também que a taxa de mortalidade dos casos graves confirmados para o novo vírus no Brasil é de 0,19 óbitos por 100 mil habitantes. Ainda de acordo com o boletim divulgado nesta terça, os países do hemisfério sul, que estão no inverno, continuam registrando aumento no número de casos de mortes pela nova gripe, ao contrário dos países que estão no verão. Em clima frio, a transmissão do vírus é mais acelerada.

Fonte(s) / Foto(s): G1 - Globo

Descoberto ingrediente da vida em poeira de cometa

A Nasa anunciou nesta segunda-feira, 17, que glicina, um componente fundamental da vida, foi encontrada em amostras do cometa Wild 2 (pronunciado "Vilt 2"), enviadas à Terra pela sonda Stardust. Uma cápsula com as amostras acondicionadas em aerogel caiu na Terra em janeiro de 2006, e o material vem sendo estudado desde então.

"Glicina é uma aminoácido usado por organismos vivos para produzir proteínas, e esta é a primeira vez que aminoácidos são descobertos em um cometa", disse, em nota, a cientista Jamie Elsila, do Centro de Voo Espacial Goddard. Meteoritos - rochas espaciais caídas na Terra - já haviam revelado aminoácidos.

A cientista é a principal autora do artigo que descreve a descoberta, e que será publicado no periódico especializado Meteoritics and Planetary Science. O trabalho também será apresentado em congresso da Sociedade de Química dos Estados Unidos.

Pesquisadores já determinaram, por exemplo, que o meteorito Murchison, uma rocha espacial descoberta na Austrália em 1969, contém xantina e uracila, duas substâncias necessárias para a formação de DNA e RNA, além de vários aminoácidos. Sinais de matéria orgânica também já foram detectados em nuvens moleculares que flutuam pelo espaço.

"A descoberta de glicina apoia a ideia de que os componentes fundamentais da vida estão presentes no espaço, e reforça o argumento de que a vida no universo pode ser mais comum do que rara", disse, também por meio de nota, o diretor do Instituto de astrobiologia da Nasa, Carl Pilcher.

Os cientistas da Nasa dizem ainda que a glicina encontrada contém um isótopo raro de carbono, o carbono 13. Segundo eles, isso reforça a hipótese de que a molécula tem origem extraterrestre.

A Stardust passou pela nuvem de gás e poeira que circunda o núcleo de Wild 2 em janeiro de 2004. Uma treliça contendo aerogel - uma substância tão leve que é mais de 99% espaço vazio - capturou as amostras, que foram acondicionadas numa cápsula que, por sua vez, foi lançada para a Terra.

Ao retornar à Terra, a cápsula percorreu a atmosfera a 45.000 quilômetros por hora, a maior velocidade de reentrada já atingida por um objeto artificial - quase o dobro da de um ônibus espacial, por exemplo. O retorno da cápsula iluminou o céu de parte do estado de Utah, nos EUA.

Além de coletar poeira de cometas, a Stardust também recolheu poeira interestelar - material originado em outras estrelas, a anos-luz de distância, e que vaga pelo espaço.

Para ajudar a localizar essas partículas interestelares, cientistas criaram o programa Stardust@home, que permite que internautas de todo o mundo se ofereçam como voluntários para observar imagens de microscópio do aerogel e marcar quais apresentam sinais dessa poeira de estrelas distantes.

Diferentemente de programas como o SETI@home, que requerem apenas tempo ocioso do computador do voluntário, o Stardust@home requer o envolvimento direto do participante, que deve, antes de se inscrever, passar por um pequeno tutorial e ser aprovado num teste.


Fonte(s): Estadao.com.br / Foto(s): Wikipedia

Polvo que abre potes é atração de zoológico suíço

Um polvo que sabe destampar embalagens é a mais nova atração do jardim zoológico da Basiléia, na Suíça.

Nas horas de alimentação do animal, os visitantes se reúnem em volta do aquário para vê-lo usando seus oito tentáculos para abrir potes de iogurte, desatarraxar vidros de conservas ou tirar tampas de garrafas. O octópode está sendo exibido desde o mês passado.

De acordo com o zoológico da Basiléia, as embalagens contendo de peixes, crustáceos ou ostras constituem uma espécie de "exercício mental" para evitar que o bicho "fique entediado".

O "show" do polvo é aberto ao público sempre nas tardes de segundas, quartas e sábados, entre 15h e 16h (no horário local).

Vivendo solitários, exceto no período de acasalamento, os polvos estão entre os animais marinhos mais inteligentes que existem, com cérebros e sentidos altamente desenvolvidos. Eles moram em grutas submarinas e saem para caçar geralmente durante a noite.

Na procura por nutrientes, esses moluscos costumam vasculhar o fundo dos mares de forma incansável, inspecionando superfícies rochosas, abrindo conchas e revirando pedras pesadas à procura de suas presas. Durante a caça, podem chegar até mesmo a deixar a água e se mover por alguns metros na superfície terrestre.

Fonte(s): Notícias MSN / Foto(s): Bem Bizarro MSN

Terremoto no Japão deixa ao menos 30 feridos

O violento terremoto que atingiu a região central do Japão na manhã desta terça-feira (11) deixou ao menos 30 feridos leves, informou a agência local de notícias “Kyodo”.

O índice, entretanto, ainda não é oficial. A agência France Presse (AFP), por exemplo, informou, com base em apuração da rede de TV japonesa NHK, que o terremoto deixou 43 feridos, nenhum com gravidade.

O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico cancelou os alertas de tsunamis que haviam sido declarados por conta de fortes terremotos na Índia e no Japão. Pouco após os tremores, a agência chegou ao risco de nível 3, de um total de 4 níveis. A agência meteorológica do Japão, entretanto, afirma que é possível que sejam geradas ondas de até cerca de 50 centímetros.

Dois fortes terremotos atingiram a Ásia (segunda-feira, 10, pelo horário de Brasília; madrugada de terça na região afetada) e geraram alertas temporários para risco de tsunamis.

Um tremor de magnitude 7,6 foi registrado nas ilhas Andaman, na Índia, e chegou a gerar alerta para risco de ondas gigantes em Mianmar, na Indonésia, na Tailândia e em Bangladesh. A medição inicial do tremor, segundo a autoridade geológica dos Estados Unidos (USGS), foi de 7,7, e seu epicentro foi a 33 km de profundidade e a 260 km ao norte de Port Blair, nas ilhas Andaman.

Pouco após o terremoto, a Indonésia disse não ter nenhum registro de tsunami, e o alerta de fato foi cancelado algum tempo depois.

Japão

No Japão, o tremor foi registrado no centro do país e atingiu a magnitude 6,4, segundo a USGS), menor de que a medição preliminar que apontava 6,6 graus de magnitude.

O tremor, que ocorreu à 5h07 horário local (17h07 horário de Brasília) provocou a emissão de alertas de tsunami para partes da costa do Pacífico, disse a Agência Meteorológica do Japão em seu site na Internet. Uma rodovia foi fechada e duas unidades da usina nuclear de Hamaoka foram fechadas para testes de segurança.

O centro do tremor foi registrado a 20 km de profundidade em Shizuoka, que fica a 150 km de Tóquio.

"Foi um tremor lateral como nunca eu havia testemunhado antes. Coisas caíram das prateleiras", disse Atsushi Imai, um funcionário local, em entrevista à TV NHK. "Não há relatos de incêndio. Alguém machucou a perna após a TV cair da prateleira e foi levado ao hospital", disse à NHK Kinichi Tashiro, do Corpo de Bombeiros de Yaizu, Shizuoka.

Terremotos são comuns no Japão, uma das áreas de maiores atividades sísmicas do mundo. O país responde a cerca de 20% dos terremotos registrados no mundo de magnitude de 6 graus ou mais.

No domingo (9), um tremor ainda mais forte atingiu o país. O tremor de 7,1 graus na escala Richter atingiu a região de Tóquio e as províncias vizinhas, mas não foram registrados vítimas ou danos materiais, nem foi ativado o alerta de tsunami.

O epicentro do terremoto foi localizado no Oceano Pacífico, ao sul da região de Tokaido, a 340 km sob o leito marinho e foi sentido com bastante intensidade na capital japonesa e nas províncias de Chiba, Fukushima, Ibaraki, Tochigi, Saitama, informou a Agência Meteorológica do Japão.

Em Tóquio, o terremoto teve uma força de 4 na escala japonesa que vai até 7 graus, por isso fez tremer edifícios. Mas não foi informado de danos materiais de importância nem de vítimas.


Fonte(s): G1 - Globo / Foto(s): G1 - Globo, Yahoo Notícias

Tufão Morakot deixa seis desaparecidos em Taiwan

O tufão Morakot provocou devastação ao atingir Taiwan durante a madrugada, deixando várias pessoas com suas casas alagadas e sem energia elétrica. Pelo menos seis pessoas estão desaparecidas. Na costa da ilha chinesa de Hainan uma outra tempestade tropical, chamada Goi, provocou o desaparecimento de dez marinheiros.

Morakot atingiu Taiwan ontem à noite, atravessou a ilha e enfraqueceu-se em direção ao sudeste da China, onde deve chegar até o domingo. O tufão deixou 12 pessoas mortas em consequência das chuvas provocadas nas Filipinas.

Alguns voos para a Ásia e outros domésticos foram cancelados neste sábado e as operações do trem-bala taiwanês suspensas. O Escritório Central de Meteorologia disse que a tempestade provocada pelo Morakot ainda provocava ventos de 108 quilômetros por hora. Morakot é o primeiro tufão a atingir Taiwan este ano. Os tufões são frequentes entre julho e setembro, normalmente causando mortes e prejuízos nas regiões montanhosas e suscetíveis a deslizamentos e trombas d'água.

Já na província chinesa de Fujian mais de 252 mil pessoas foram retiradas das áreas costeiras, onde espera-se que o tufão Goi passe com maior força. Cerca de 48 mil barcos pesqueiros teriam retornado aos portos. Outras 297,6 mil pessoas foram retiradas de suas residências na província de Zhejiang e 20,9 mil barcos trazidos de volta do mar.

Todos os recintos escolares e de esportes de Fujian estão fechados e mais de 3,3 mil paramilitares colocados em alerta e equipados com boias, voadeiras e outros instrumentos de resgate. A tempestade tropical Goni deve atingir a ilha de Hainan e Hong Kong hoje, com ventos de 65 quilômetros por hora.

Fonte(s): Estadão Online / Foto(s): Terra